Florestas Urbanas, Planejamento para Melhoria da Qualidade de Vida

Cód.: 1291
Florestas Urbanas, Planejamento para Melhoria da Qualidade de Vida

O livro Florestas Urbanas - Planejamento para Melhoria da Qualidade de Vida é ideal para quem trabalha na área de paisagismo, arborização, arquitetura e planejamento de áreas verdes nas cidades. Com esta obra, o leitor entenderá o que são as florestas urbanas, a necessidade em implantá-las nas cidades, as principais áreas passíveis para este fim e o problemas relacionados à arborização e ao seu mau planejamento. A obra oferece, ainda, informações sobre legislação, educação ambiental e a distribuição de áreas verdes nas cidades.

ISBN: 978-85-8366-105-4

Vendido e entregue por Aprenda Fácil Editora

R$ 54,00 à vista ou em até 12x de R$ 4,50 sem juros no cartão + frete

Florestas Urbanas - Planejamento para Melhoria da Qualidade de Vida é o segundo volume da série Arborização Urbana da coleção - Jardinagem e Paisagismo.

Neste volume, os autores, Haroldo Nogueira de Paiva e Wantuelfer Gonçalves, apresentam de forma bem nítida o novo conceito de florestas urbanas em contraponto ao velho conceito de arborização urbana. A visão de cidade como um todo é fator importantíssimo para a primeira fase do planejamento de arborização, quando são identificados os problemas, as potencialidades e as soluções urbanísticas do ponto de vista florestal. Deste modo, algumas informações como as necessidades urbanas, a distribuição de áreas verdes, a legislação, a educação ambiental, entre outras, são necessárias ao conhecimento acerca das florestas urbanas.

Esta obra, de visão globalizante, abre a discussão para o próximo volume da série, que versa sobre as Árvores para o Ambiente Urbano, onde são abordadas questões do ambiente urbano, a escolha das espécies a serem utilizadas, bem como a função dos vegetais no ambiente urbano, ou seja, trata do planejamento localizado.

PARTE I - CONCEITUAÇÕES

CAPÍTULO 1 - Florestas urbanas
1.1 - Ambiente urbano: local de contrastes
1.2 - O que era no início, agora e para sempre
1.3 - Árvore: do individual ao coletivo
1.4 - Dimensão vertical: o visível e o invisível
1.5 - Dimensão horizontal: Para onde a coisa se expande
1.6 - Florestas urbanas na cidade do futuro

CAPÍTULO 2 - Áreas verdes
2.1 - Necessidades urbanas
2.2 - Análise conceitual da vegetação urbana
2.3 - Funções sociais das áreas verdes
2.4 - A questão da distribuição
2.4.1 - A lógica do loteador
2.4.2 - A lógica do administrador
2.4.3 - A lógica política
2.4.4 - A lógica paisagística
2.4.5 - A lógica das sobras

CAPÍTULO 3 - Legislação
3.1 - Legislação superior
3.2 - Legislações municipais
3.3 - Desafios para a legislação
3.4 - Valorização da árvore urbana
3.5 - Convênios

CAPÍTULO 4 - Educando com a arborização
4.1 - Estética e qualidade de vida
4.2 - Política de arborização
4.3 - Participação comunitária
4.4 - Educação ambiental

CAPÍTULO 5 - Florestas urbanas geradoras de qualidade de vida, emprego e renda
5.1 - Produtos, efeitos, serviços e benefícios
5.1.1 - Produtos
5.1.2 - Efeitos
5.1.3 - Serviços
5.1.4 - Benefícios
5.2 - A árvore urbana e a qualidade de vida
5.2.1 - Na temperatura
5.2.2 - Na ventilação
5.2.3 - Na hidrologia
5.2.4 - Nos cinturões urbanos
5.2.5 - No ruído
5.2.6 - Na poluição do ar
5.2.7 - Na estética
5.3 - A árvore urbana e a geração de empregos
5.3.1 - Na produção de mudas
5.3.2 - No plantio
5.3.3 - Na manutenção
5.4 - A árvore urbana e a geração de renda
5.4.1 - Na produção de mudas
5.4.2 - No plantio
5.4.3 - Na manutenção
5.4.4 - Nos quintais

PARTE II - PLANEJAMENTO

CAPÍTULO 6 - Planejamento global
6.1 - A cidade como um todo
6.2 - A cidade em partes
6.3 - Detectando problemas
6.4 - Identificando possibilidades
6.5 - Propondo soluções

CAPÍTULO 7 - Uso do SIG
7.1 - O que é um SIG?
7.2 - O método de McHarg
7.3 - O sistema computacional
7.4 - Mapeando biótopos

CAPÍTULO 8 - Planejando a arborização
8.1 - A bordo da aeronave
8.2 - Recordando os métodos
8.3 - Pousando
Para Saber Mais

Autor

Haroldo Nogueira de Paiva, Doutor em Fitotecnia e Wantuelfer Gonçalves, Doutor em Paisagismo.